(Fuente: loveinthesoul, vía maarciinhu)
RENATO JAGUARÃO
Nasci na Fronteira de Jaguarão e Rio Branco, na Região Sul do Rio Grande do Sul, sou Filho da Sra. Albertina Silva da Rosa e do Sr. Élbio da Rosa. Na infância, estudei nas Escolas Estaduais Dr. Amaro Junior e Dr. Carlos Alberto Ribas. Em 1985, aos 16 anos, mudei-me para a cidade de Rio Grande - RS para estudar. No município portuário, trabalhei na estiva do porto e na pesca para poder pagar meus estudos e minha subsistência. Em 1988, aos 18 anos, retornei para a Jaguarão - a fim de alistar-me no Exército Brasileiro. Aconselhado pelos pais, segui a carreira militar. Um ano depois, fui transferido para a 8ª Esquadrão de Cavalaria Mecanizada de Porto Alegre, onde permaneci por mais quatro anos, dividido entre minhas atribuições de militar e os estudos. Em 1993 deixei a vida militar e ingressei na vida artística profissional. Passei por vários conjuntos regionais e tive meu auge na carreira musical com a gravação, em 1994, do CD Sonhos Campeiros, com o Grupo Alma Gaudéria, formado por jovens da Zona Sul da Capital Gaúcha. No Grupo, desempenhava as funções de voz e violão. Fiz várias turnês pelo Brasil, realizando assim, um sonho antigo de gravar o meu disco e desenvolver meu talento artístico que surgiu muito cedo, aos 12 anos, quando já tocava e cantava nos bares de Jaguarão. Sempre me envolvendo nos movimentos políticos, participei de várias campanhas na década de 90, entre elas a vitória do Governador Antonio Brito em 1994 e do senador Gaúcho Pedro Simon em 1998. Também integrei a equipe de assessores do Governo do estado do Rio Grande do Sul em 1997. Na Assembléia Gaúcha, fui membro da equipe de Coordenação do Fórum Democrático, levando as Audiências Públicas a vários municípios do Rio Grande do Sul, fui assessor especial da presidência da Assembléia Legislativa. Em 2002, coordenei na Zona Sul do Estado à campanha ao Senado do então Deputado Presidente da Assembléia Gaúcha, Sergio Zambiasi, que foi eleito para o Senado Federal com quase três milhões de votos. No segundo turno da mesma eleição, retornei à Capital gaúcha para coordenar as equipes da grande Porto Alegre, na campanha bem sucedida de Germano Rigotto, ao Governo do Estado do Rio Grande do Sul. No final de 2002 fui convidado pelo Senador eleito Sergio Zambiasi para compor a equipe de assessores em Brasília. Assim, no inicio de 2003, comecei a trabalhar na Capital Federal. No Senado, fui Assessor da Quarta Secretaria da casa e Secretário Parlamentar do Gabinete do Senador Zambiasi. Em 2004 retornei ao RS para coordenar a campanha do candidato Bernardo de Souza, que disputou a prefeitura da cidade de Pelotas. Mais uma vez obtive um ótimo resultado eleitoral, com uma virada histórica no segundo turno, a qual surpreendeu todo Estado elegemos Bernardo, Prefeito de Pelotas. Logo voltei para Brasília, onde permaneci no Senado Federal por mais um ano. No início do segundo semestre de 2005, No mesmo anos fui convidado para assumir a equipe de assessores do Ministério da Educação na Secretaria de Educação a Distância do Ministério (SEED/MEC). Na SEED participei da criação do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), visando à interiorização do ensino superior gratuito em todo o País. Através da UAB, cidades como Santa Vitória do Palmar, São Lourenço do Sul, Herval, Santana da Boa Vista e São José do Norte conquistaram o sonho de ofertar cursos superiores gratuitos aos seus cidadãos. No ano de 2006, assumi a Assessoria Parlamentar da Secretaria de Educação Superior do MEC, aceitando assim, um dos maiores desafios: usar minha experiência, adquirida na Câmara dos Deputados e no Senado federal, para assegurar um bom relacionamento entre o Ministério da Educação e o Congresso Nacional, propiciando assim, um bom diálogo entre os dois poderes, para ajudar nas aprovações de projetos fundamentais para a educação superior no Brasil, como a Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) e a Expansão Universitária (REUNI). Em 2008 concorri a Prefeito de Jaguarão.
Em 2009 assumi a Diretoria de desenvolvimento do Turismo do RS.
Em 2010 fui candidato a Deputado Estadual do RS.
Atualmente sou funcionário da Assembléia Legislativa Gaúcha.
RENATO JAGUARÃO
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O clipe é antigo, a música é empoeirada e o discurso segue o mesmo. Amanhã é 7 de Setembro e você, vai continuar assistindo sentado os horrores da corrupção?
(Fuente: campanhavotodistrital.org)
INTEGRAÇÃO JAGUARÃO RIO BRANCO
Nosso mundo caminha na direção da integração entre os povos, onde a tendência é o livre comércio e o intercâmbio das culturas. A globalização é um fenômeno social que ocorre em escala global. Esse processo consiste em uma integração em caráter econômico, social, cultural e político entre diferentes países.
Nossas fronteiras podem resistir a essa nova modalidade e pagarem um preço alto por não acompanhar as mudanças mundiais. É importante deixar claro que integração das fronteiras, acompanhando o novo modelo mundial, não deve ser confundida com a perda de valores, costumes, cultura e patriotismo, pelo contrário, devem ser preservados e consolidados em cada nação. A luta que travamos pela abertura das fronteiras tem o propósito de respeitar o espaço territorial como um todo, somando suas diversidades, proporcionando o enriquecimento e agregando valores e costumes.
As cidades irmãs das fronteiras entre Uruguai e Brasil, continuam na contramão das mudanças mundiais, criando barreiras contrárias ao desenvolvimento. Jaguarão e Rio Branco são cidades similares na cultura e nos costumes de seus povos, mesmo assim, as barreiras impostas por aduanas no lado Uruguaio e receita federal no lado Brasileiro acabam dificultando um possível projeto de integração.
Tenho defendido algumas formas visando facilitar a abertura das fronteiras e a unificação, respeitando as jurisdições de cada país, dentre elas estão a retirada imediata da aduana UY, marinha UY e Receita Federal BR, hoje em funcionamento nas torres da Ponte Internacional Mauá, se queremos uma integração é necessário que os órgãos fiscalizadores sejam alocados nas saídas das cidades, permitindo assim o livre fluxo dos moradores de ambos os lados, a divisão imposta por esse sistema atual, não contribui para o sentimento de liberdade entre Jaguarão e Rio Branco, hoje temos habitantes divididos quando poderíamos ter uma soma que chegaria a mais de 50.000 pessoas contribuindo com serviços e economia local.
É importante salientar que tanto o Brasil, quanto o Uruguai em âmbito federal, vem somando esforços para integrar ações que beneficiem as cidades de fronteira, porém a maioria dos tratados não são colocados em prática nas localidades ( BASES), como: estatuto do fronteiriço, unificação da saúde e projetos na área da educação, todos sancionados pelo Legislativo e Executivo de ambos os paises. Somados a todos esses fatores ainda temos o Rio Jaguarão ou Yaguaron, que abastece toda fronteira. Somos dependentes dos mesmos recursos naturais, ao mesmo tempo em que nossas responsabilidades não são conjuntas, projetos e cuidados referentes ao meio ambiente são mundiais e unificados, como podemos preservar o rio se existem barreiras políticas e territoriais?
Nossa fronteira é rica em atrativos turísticos e, ao mesmo tempo, não estamos aproveitando esse potencial que nos levaria de maneira sustentável ao crescimento econômico. Outra questão importante é a falta de dialogo por parte das lideranças políticas, que não buscam projetos em conjunto nem esforços para fazer valer os existentes, já é tempo de entender que unidos teremos mais forças para buscar reformas que ajudem na integração e qualidade de vida dos habitantes da fronteira.
O mundo já nos mostrou que barreiras não contribuem em nada, pelo contrário, são modelos ultrapassados. Temos como bom exemplo os paises europeus que abriram, não só seus espaços territoriais, como unificaram suas moedas. Os maus exemplos vem dos paises no Oriente Médio, que impõem limites muitas vezes usando forças armadas, dificultando a luta pela paz. Mesmo os paises comunistas com seus regimes fechados já buscam a abertura econômica e cultural. Cuba, pela primeira vez desde 1959, decidiu adotar medidas mais amplas que levam à abertura de mercado econômico, China está convencida que barreiras são contrárias ao desenvolvimento.
Em nossa fronteira “Jaguarão e Rio Branco”, mais do que nunca, se faz necessário uma reavaliação por parte da população e de seus líderes, não podemos permanecer na contra mão do mundo moderno, nós sabemos o que é melhor para nossas cidades, porém as leis só podem ser revistas e modificadas com força popular e a busca pela inovação. Se ficarmos estagnados, continuaremos assistindo outras regiões se desenvolverem enquanto teimamos com as velhas culturas e sistemas que já não tem mais lugar no mundo…
Renato Jaguarão.’.
MONTANDO GRANADA!!! kkkk
POEMAS - RENATO JAGUARÃO
@Voltar para um antigo amor é como retornar depois de muitos anos a nossa casa da infância… Tudo parece menor e já não cabem grandes sonhos… Renato Jaguarão.’.
@Anunciei minha terra por todos os lugares onde andei… Levei minha cidade em meu nome… Um homem que valoriza suas origens, compreende o significado de nação. Renato Jaguarão.’.
@Procure sempre descobrir no seu amor um novo amor todos os dias, esse é o segredo da relação eterna… Renato Jaguarão.’.
@Não existe forma mais desonrada do que a chantagem… Quem usa essa prática… Prova que a covardia é constante em sua vida… Renato Jaguarão.’.
@Não há quem não cometa erros… Já errei em minha vida… Grandes homens cometem grandes erros… O importante é reconhecer que errou e corrigi-los…
Renato Jaguarão.’.